silva cravo arquitectos

academia banco de portugal . caneças

A área de intervenção, integrada na Quinta da Fonte Santa em Caneças.As características da envolvente edificada existente, sugerem que um novo edifício multi-usos deverá assumir-se como uma referência arquitectónica, um símbolo da Instituição Banco de Portugal. Mais que um edifício, uma estrutura intemporal, um espaço disponível para uma utilização múltipla, sem condicionalismos e programaticamente aberto. A criação de uma cobertura de ligação ao edifício da biblioteca, como parte integrante e complementar do programa, torna-se incompatível com o gabarito vertical da via necessário, ao conforto, à segurança e acessibilidade dos utilizadores das infra-estruturas da Quinta.
Propomos assim um edifício autónomo, que se afirma pelo seu carácter escultórico e contemporâneo, tanto em termos da sua materialidade, como da sua dimensão. Um espaço aberto e livre, em que o interior se prolonga para o exterior, graças a grandes planos envidraçados. Um espaço unitário, definido a partir três volumes que apoiam uma cobertura, que se constrói através da sobreposição de vigas, criando um tecto com diferentes profundidades. Entre volumes (espaços servidores) desenvolve-se o programa público (espaços servidos) de planta livre. Um foyer/hall de entrada é servido por uma recepção/bengaleiro, a este primeiro espaço sucede-lhe o espaço de coffe-break/bar, que benefecia de uma relação franca e próxima com o jardim. Seguindo esta lógica de espaço aberto, a partir da zona do coffee-break acedemos ao volume das instalações sanitárias ou ao espaço polivalente/auditório . Este espaço é servido por uma régie e zona de arrumos, um espaço livre e versátil ,capaz de albergar qualquer tipo de evento, desde palestras a exposições, jantares a reuniões. Um espaço capaz de assimilar as expectactivas programáticas actuais e futuras.


The intervention area, integrated on Quinta da Fonte Santa em Caneças. The characteristics of the existing built environment suggest that a new multi-purpose building should be assumed as an architectural reference, a symbol of the Institution Banco de Portugal. More than a building, a timeless structure, a space available for multiple use, without constraints and programmatically open. The creation of a link to the library building, as an integral and complementary part of the program, is incompatible with the vertical roadway required, comfort, safety and accessibility of Quinta's infrastructure users.
We therefore propose an autonomous building, which is affirmed by its sculptural and contemporary character, both in terms of its materiality and its dimension. An open and free space, where the interior extends to the outside, thanks to large glazed planes. A unitary space, defined from three volumes that support a roof, which is constructed by overlapping beams, creating a ceiling with different depths. Between volumes (server spaces) is developed the public program (spaces served) of free plan. A foyer / lobby is served by a reception / cloakroom, this first space succeeding the coffe-break / bar space, which enjoyed a close and frank relationship with the garden. Following this logic of open space, from the coffee break area we access the volume of the sanitary facilities or the multipurpose / auditorium space. This space is served by a lobby and storage area, a free and versatile space, capable of hosting any type of event, from lectures to exhibitions, dinners to meetings. A space capable of assimilating current and future programmatic expectations.

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