silva cravo arquitectos

escola secundária . cascais

A Escola Secundária de Cascais apresenta um território de dimensão considerável, pontuado por vários pavilhões “pousados” a diversas cotas, num terreno com um declive acentuado. O projecto parte de uma leitura abrangente do território, procurando caminhos que possam potenciar o espaço vazio. Aspira-se ao estabelecimento de uma regra, sedimentada na compactação do programa funcional construído, abrindo espaço a uma abordagem mais funcional e urbana .É a partir deste enquadramento que deve ser lida a proposta de um novo corpo longitudinal - Fase I - que, pela sua cuidada inserção no conjunto e com uma nova entrada, procura gerar lógicas de espaço aberto mais clarificadoras. Propõe-se a criação de uma “praça” exterior na intersecção entre os dois volumes – Fase 2 - a partir da qual se projecta uma rampa elíptica que permite o acesso intercalado os espaços lectivos informais dos diferentes pisos de ambos os edifícios. Este espaço “praça”, com triplo pé direito, ganha um carácter informal, socialmente inclusivo e programaticamente aberto, marcando claramente uma entrada institucional no recinto escolar. A escola desenvolve-se em torno deste núcleo central e dos três átrios a ela associados, sendo que dois deles se encontram no 1º volume, dedicado à comunidade escolar, e o último no 2º volume dedicado à comunidade local. Deste modo, o piso 0 reflecte, a tríade de dinâmicas presentes e torna claras as circulações e acessos de acordo com os diferentes usos. Nos pisos superiores, condensaram-se as salas de aula regulares e temáticas, ligadas através da rampa principal e acessos laterais .O edifício é também provido de uma série de varandas contínuas, onde a própria guarda se materializa em canteiros que o circunscrevem.


The Cascais Secondary School presents a territory of considerable dimension, punctuated by several pavilions placed at several altitudes, in a land with a pronounced slope. The project starts from a comprehensive reading of the territory, looking for paths that can potentiate the empty space. The aim is to establish a rule, based on the compression of the built functional program, to open space for a more functional and urban approach. It is from this context that the proposal for a new longitudinal body - Phase I - should be read, which, by its careful insertion into the complex and with a new entrance, aims to generate more clarifying open space logic. It is proposed the creation of an exterior "square" at the intersection of the two volumes - Phase 2 - from which an elliptical ramp start allowing access to informal spaces of both buildings. This "square" space, with triple height, gains an informal, socially inclusive and programmatically open character, clearly marking an institutional entrance in the school enclosure. The school is developed around this central nucleus and three associated atriums, two of which are in the 1st volume, dedicated to the school community, and the last in the 2nd volume dedicated to the local community. In this way, floor 0 reflects, the triad of present dynamics and makes clear the circulations and accesses according to the different uses. On the upper floors, the regular and thematic classrooms were condensed, connected through the main ramp and lateral accesses. The building is also provided with a series of continuous balconies, where the guard itself materializes in the surrounding flowerbeds.

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